Papo Materno

Quando eles crescem

Olá, queridos leitores!

Quando engravidei pela primeira vez a frase que mais ouvi é que nunca mais dormiria como antes. Num primeiro momento nem dei atenção, mas ouvi tantas vezes que a tal frase ecoava na minha cabeça. Tentei descansar o quanto pude, mas final de gestação quase não era possível. Era difícil encontrar uma posição confortável já pela condição, somado ao calor que fazia na época – Victinho nasceu no começo de abril, então peguei o verãozão nos últimos meses da gestação.

Victinho nasceu e a única certeza que eu tinha era a de que não dormiria nunca mais. Isso não era um problema, até que fomos para a casa e os dias (e noites) foram se passando. Ele mamava no peito quase que de hora em hora. O colocava no berço após mamar e arrotar, cochilava 15 a 20 minutos e lá estava ele chorando de novo.

Com oito meses começou a dormir melhor a noite e me presenteou com seis horas seguidas de sono. Logo começou a engatinhar e querer ganhar o mundo. Com os primeiros passos, muita preocupação e atenção redobrada. Você fala “Não pode!” e aí que ele faz mesmo! Então chega o “Terrible Two” e as temidas cenas de birra em público. Você pede paciência e que essa fase passe depressa porque senão vai enlouquecer. Ela passa!

Victinho Birra

Aos 7 anos, o pequeno dorme a noite toda, toma banho sozinho (com supervisão, claro!) e entende tudo o que você diz, então você pensa: “Ufa, o pior já passou!” Ingênua eu! Eles crescem e o cuidado aumenta.

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É preciso impor limites, falar mil vezes a mesma coisa mesmo que esteja exausta, sem contar a preocupação com as amizades, com o que ele está assistindo, com esse mundo cheio de pessoas má intencionadas. Não dá para bobear: é preciso estar sempre atenta com o que está acontecendo ao nosso redor e dentro de casa.

Sempre conversamos por aqui. É uma forma de orientá-lo e de saber o que se passa na sua cabecinha. Claro que eles aprendem com o exemplo e eu me preocupo muito com isso aqui em casa, mas diálogo é fundamental para que o pequeno sinta-se seguro. Aliás, duas coisas são fundamentais na minha opinião: diálogo e amor. E não pode faltar oração para que Deus proteja meu menino onde eu não puder estar presente fisicamente.

Saudade do tempo em que ele era tão pitico que não saia do colo e eu sabia que ele estava protegido o tempo todo.

Beijo beijo!

Bia

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